Varg Vikernes, do Burzum, está livre após passar 16 anos na prisão

Varg Vikernes, 36, criador do Burzum, está em liberdade condicional depois de cumprir 16 anos na prisão. Ele foi liberado na última sexta-feira (22/5).

Em 1993, o músico foi condenado a 21 anos de prisão por ter assassinado a facadas seu companheiro da banda Mayhem e por ter incendiado três igrejas.

Nos últimos anos, ele já tinha conseguido permissão da justiça para visitar ocasionalmente sua família em Tromsø, Noruega.

Em Julho do ano passado, Vikerner havia declarado ao jornal norueguês Dagbladet que estava pronto para voltar a viver em sociedade.

"Eu aprendi com meus erros e cresci. Agora eu só quero ficar com minha família. Minha mente nunca esteve na prisão; eu penso todo o tempo sobre o que vou fazer quando for solto" disse o músico na ocasião.

Nota do Editor: porra, a algum tempo atrás eu tinha comentado com um amigo meu sobre isso e agora me deparo com uma notícia dessas, bem agora só nos resta esperar pra ver na merda que vai dar [ou sair].

Césio 137

O acidente radioativo de Goiânia, Goiás, aconteceu no dia 13 de setembro de 1987. No ocorrido foram contaminadas dezenas de pessoas que morreram acidentalmente pelas radiações emitidas por uma cápsula do radioisótopo Cloreto de césio, de número 137, sendo chamado de Césio-137. Foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior radiológico do Planeta.

Primeira Parte


Segunda Parte


Terceira Parte


Quarta Parte

Lordi sem Fantasia

Você provavelmente já quis saber como os caras são sem as máscaras e fantasias não é ? pois bem, agora você vai ver quem como são os rostos dos membros do Lordi, as fotos vão estar aqui em baixo pra quem quiser ver !!!

























































Defecation of putrid Blood

Biografia:

Formado em Belém do Pará em 2007 a banda começou como um simples projeto solo de Ivan feito com a ajuda de Acid Pro e Fl Studio e depois o rômulo se dispõe a tocar bateria, ele já tinha tirado as músicas de ouvido, e com muito esforço aperfeiçoou-se e depois chamaram Sthefany pra cantar, no primeiro teste ela surpreendeu a todos com seu gutural potente, diferente de todos os guturais feininos já vistos um Brutal death Metal com influências Thrash ultra velóz na linha de Dark angel e Attomica, por último a entrada de rafael pra tocar baixo, ele tocou nos dois primeiros shows, ele por ter uma ideologia totalmente diferente da banda ele deixa a mesma.

Meses depois Janaína, uma amiga da banda se dispõe a assumir o lugar do rafael, e esteve pegando as músicas até que problemas afastam ela da banda, logo depois vem Yan, Headbanger aí que tava com vontade de tocar guitarra, agora ele se dispôs a tocar baixo.

Membros:

Sthefany - vocal
Ivan - Guitarra
Rômulo - Bateria
Yan - Baixo

Mais Informações:
MySpace
Comunidade no Orkut
Brutal Corporation

Vikings

Os Vikings

Eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI pilharam, invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa e ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram comércio pacificamente.

A Era Viking é o nome da última parte do início da Idade do Ferro na Escandinávia. Hoje, de um modo um tanto controverso, a palavra viking também é usada como um adjetivo genérico que se refere aos escandinavos da Era Viking. A população escandinava medieval em geral é referida de um modo mais apropriado como nórdicos.

A Etimologia

A etimologia da palavra "viking" é um tanto incerta. A raiz da palavra germânica vik ou wik está relacionada a mercados, é o sufixo normalmente utilizado para referir-se a "cidade mercadora", da mesma forma que burg significa "lugar fortificado." Sandwich e Harwich em inglês ainda mostram essa terminação, e a recentemente escavada cidade portuária franca Quentovic mostra a mesma etimologia. A actividade mercantil dos vikings está bem documentada em vários locais arqueológicos como Hedeby. Há quem acredite que a palavra “viking” vem de “vikingr” do Nórdico Antigo, língua dos vikings, mas eles não se denominavam vikings, este nome foi atribuído a eles devido ao seu significado, piratas, aventureiros e mercenários viajantes. Os vikings são escandinavos, que por sua vez, são um povo germânico, sendo provenientes dos Indo-Europeus. Os vikings a partir do séc. VII começaram a sair da Escandinávia, indo para as regiões próximas, devido a uma superpopulação e até problemas internos, como no caso de Erik, o vermelho que foi expulso da Noruega e da Islândia por assassinato, além da motivação pelo comércio e pelos saques das cidades européias.

A Sociedade dos Bárbaros

Os povos Vikings, assim como tinham uma mesma organização política, também compartilhavam uma mesma composição sociocultural.
A língua falada pelos Vikings era a mesma, seu alfabeto também era o mesmo: o Alfabeto Rúnico.
As sociedades estavam divididas, de um modo geral, da seguinte maneira: O Rei estava no ápice da Pirâmide; abaixo dele estavam os jarls, homens ricos e grandes proprietários de terras (os jarls não eram nobres, pois nas sociedades Vikings não havia nobres); abaixo dos jarls havia os karls, ou seja, o povo, livres, mas sem posses ou com poucas propriedades, geralmente pequenos comerciantes ou lavradores. Os karls compunham o grosso dos exércitos Vikings e tinham participação nas Althings; abaixo dos karls, havia os thralls, escravos. Eles geralmente eram prisioneiros de batalhas, mas podiam ser (dependendo da decisão da Althing da região) escravos por dívidas ou por crimes, seus proprietários tinham direito de vida e morte sobre eles.
A maior parte dos povoados Vikings eram fazendas pequenas, com entre cinqüenta e quinhentos habitantes. Nessas fazendas, a vida era comunitária, ou seja, todos deviam se ajudar mutuamente. O trabalho era dividido de acordo com as especialidades de cada um. Uns eram ferreiros, outros pescadores (os povoados sempre se desenvolviam nas proximidades de rios, lagos ou na borda de um fiorde), outros cuidavam dos rebanhos, uns eram artesãos, outros eram soldados profissionais, mas a maioria era agricultora.
As semeaduras ocorriam tão logo a primavera começava, pois os grãos precisavam ser colhidos no final do verão para que pudessem ser armazenados para o outono e inverno. Durante o inverno, as principais fontes de alimentos eram a carne de gado e das caças que eles obtinham. No verão o gado era transportado para as montanhas para pastar longe das plantações.
Nas fazendas, as pessoas moravam geralmente em grandes casarões comunitários. Geralmente esses casarões eram habitados pelas famílias. Por exemplo: três irmãos, com suas respectivas esposas, filhos e netos.
As famílias (fjolskylda) dos vikings eram muito importantes, sendo provedoras de abrigo alimento e proteção. As famílias tinham rivalidades e brigas com outras, sendo julgados nas Things ou com os ordálios, testes para julgamentos divinos. No caso de mortes da família, era normal haver vinganças, devido à importância destas na sociedade. Os membros das famílias trabalhavam juntos, mesmo após casarem, trabalhando desde pequenos nas famílias, aprendendo trabalhos mais difíceis com o tempo, trabalhando com ferro ou no caso de jarls, na política ou na guerra. Os patriarcas detinham muito poder, podendo escolher se seus filhos viveriam ou não após nascerem.
As mulheres após o casamento mudavam para a família do marido e tinham trabalhos como cozinhar, limpar e cuidar dos necessitados. As mulheres eram obedientes, mas podiam pedir divórcio, caso houvesse motivo, já os maridos podiam ter concubinas e matar as mulheres adúlteras, mas tinham de pagar ao pai da noiva para casar. Como as famílias ensinavam os trabalhos aos filhos, muitos trabalhos eram familiares, como os stenfsmiors, que construíam barcos e com a madeira dos barcos velhos, reparavam os outros barcos.

Horóscopo das árvores

O horóscopo das árvores surgiu na mesma época que as runas, e ambos foram muito respeitados e utilizados pelo povo viking.

Para os normandos, as árvores tinham enorme importância, pois elas forneciam a caça, os troncos e a madeira para construírem suas casas e cidades, além de representarem um lugar seguro em caso de ataque dos povos inimigos.

As árvores simbolizam o Cosmo vivo e sempre foram consideradas sagradas para muitos povos e cultos. Sob a copa das árvores, o povo celta fez reuniões, sessões judiciárias e assembléias do povo.

Nas suas proximidades, foram sepultados homens nobres e guerreiros. Sempre verdes ou diferenciando-se na tonalidade ou na forma, as árvores foram veneradas também pelos hindus e cananeus.

Crê-se que deuses e espíritos, além das almas, utilizam-se das árvores para se manifestarem. O significado mágico das árvores é o da verticalidade (em direção ao céu). Por isso, elas se tornaram majestosas.

Tal foi a importância das árvores que os druidas, ou seja, a classe sacerdotal gaulesa, criaram um horóscopo baseado nas árvores que ali cresciam.

Para encontrar o seu signo, procure a sua data de nascimento e localize a árvore correspondente a ela.

Complemento:

Os Vikings constituem os mais famosos guerreiros da Idade Média. Seu nome está associado a povos implacáveis e temíveis, sedentos por sangue e batalhas. Mas na realidade, os nórdicos medievais foram muito mais do que apenas piratas e saqueadores.

Formaram uma civilização sofisticada e complexa, que interferiu com o rumo da História européia e deixou marcas profundas no Ocidente.

Qual a origem desses guerreiros? A palavra Viking provém do nórdico antigo víkingr, e era utilizado para designar os piratas, aventureiros e mercenários que navegavam para outras regiões. Nenhum escandinavo chamava a si próprio de Viking. A partir do século XVIII, o termo passou a ser sinônimo para todos os habitantes da Escandinávia medieval e hoje é utilizado pela maioria dos acadêmicos. Cronologicamente, os nórdicos que recebem essa alcunha viveram entre 793 a 1066 d.C, a divisão clássica da Era Viking.

Os escandinavos pertencem aos chamados povos germânicos, uma classificação que leva em conta a linguagem e certos aspectos culturais básicos, como a mitologia. E os germanos fazem parte de uma grande leva migratória denominada de Indo-europeus (do qual fazem parte também os celtas, eslavos e gregos).

O início do povoamento indo-europeu na Escandinávia se deu entre 8.000 a.C. Os primitivos ocupantes a partir de 4.000 eram povos nômades, agricultores e criadores de gado. A primeira grande revolução social se deu somente com a introdução do ferro na Escandinávia, em meados do primeiro milênio antes de Cristo. Antes do advento da Era Viking, houve um período conhecido como Vendel (séc. VII-VIII d.C.), que já atestava a existência de ricos túmulos de reis e guerreiros, poderosas dinastias e imensas fortificações como Danervike.

A Era Viking tradicionalmente começa com o célebre ataque ao mosteiro de Lindisfarne, Inglaterra, em 793 d.C. A maioria das incursões dos escandinavos nesse período era totalmente predatória, atos isolados de pirataria nas costas européias. Qual a causa desses ataques? Porque os escandinavos a partir desse momento saíram de seu isolamento? Os especialistas pensam em algumas hipóteses, indo desde a superpopulação (e falta de alimento ou subsistência), divergências legais internas, diferenças sociais e condições mercantis. Também temos que levar em conta que a tecnologia náutica dos
povos nórdicos, durante esse período, estava em seu auge, permitindo tanto as incursões quanto ao processo de colonização em localidades distantes. Muitos líderes escandinavos foram expulsos de suas comunidades. Disputas internas pelo poder, cada vez mais centralizado (e que ocasionou a formação de impérios unificados no final da Era Viking), ocasionaram graves conflitos armados, sugerindo outra possibilidade para explicar a expansão Viking pelo mundo ocidental. Atualmente, o comércio é apontado como um fator primordial da expansão dos nórdicos pelo mundo, somado às possibilidades de bons furtos e fornecimento de provisões, todas possibilidades decorrentes de rotas específicas de navegação abertas pelos primeiros piratas Vikings.

A Escandinávia do período era constituída por três reinos, ainda sem estrutura centralizada. O da Dinamarca é o mais conhecido atualmente. Em 800 d.C., os Danis criaram um reinado que inclui a moderna Dinamarca, parte da Alemanha e as províncias de Skåne e Halland. A maior preocupação dos Danis era se protegerem do expansionismo dos Francos. No início da Era Viking, constituía-se politicamente no mais avançados dos povos escandinavos. Mas durante o séc. IX, esse reino foi sucessivamente dividido e entrou em colapso. A Noruega era fragmentada em pequenos reinos com identidade regionalizada. Na Suécia viviam os Svíar e na região báltica os Götar. Entre 890, o rei Svíar possuía um reino que se estendia da ilha de Gotland até o centro da Suécia.

A História dos povos nórdicos é dividida em duas Eras separadas. A primeira Era Viking (séc. IX-X) teve início com os saques e incursões hostis, mas também povoações foram criadas nas ilhas britânicas e Irlanda. O auge desse período foram a colonização da Islândia (860), as primeiras incursões no Mediterrâneo (859) e o estabelecimento do principado de Kiev (860). A Segunda Era Viking (séc. X-XI) foi inicialmente marcada pelo fortalecimento das dinastias permanentes e poderosas na Escandinávia e a lenta aceitação do cristianismo. O rei Cnut conquista a Inglaterra e consolida um império efêmero em todo o mar norte (incluindo também a Dinamarca, Noruega e Suécia). No Oeste, houve a colonização do Atlântico Norte, com colônias na Groelândia e Canadá. O fim do período Viking em todo o mundo Ocidental coincide com a passagem do paganismo para o cristianismo. Um escandinavo deixava de ser Viking quando tornava-se cristão. A
conversão definitiva da Islândia (1000) e a batalha de Hastings (1066), tornaram-se os marcos principais do desfecho da mais empolgante fase da história nórdica.

Os Mitos:

Segundo a mitologia nórdica, no início dos tempos, existia um abismo chamado Ginnungagap. Próximo dele, estendia-se duas regiões, uma gelada e nebulosa com o nome de Niflheimr, e outra clara e resplandescente, denominada Múspell. Quando o gelo de Niflheimr caiu no abismo e derreteu, formou um gigante, Ymir, e uma vaca, Auðumla, que lambeu o gelo salgado. Conforme lambia, surgiam seres antropomórficas: os deuses Óðinn, Vile e Vé, que mataram o gigante Ymir. A partir deste cadáver, o trio de deuses formou toda a estrutura do universo conhecido, desde a abóbada do cosmos até os homens.

O mais poderoso deus do panteão germânico era Óðinn, chamado pelos germanos antigos de Wotan, e considerado o “pai dos deuses”. Ele era membro da família de deuses chamados de Æsir (ases), marido de Frigg e pai dos deuses Baldr, Bali, Höðr, Þórr, Týr e Váli. Óðinn era uma deidade assustadora, furiosa, violenta, cruel, cínica, enganadora, mas ao mesmo tempo, também era o inspirador das poesias e da magia. Era ele que presidia as batalhas, e do alto de seu trono (Hlíðskjálf) observava a tudo o que acontecia no universo.

Possuía dois corvos, Huginn (pensamento) e Munninn (memória), que informavam sobre os acontecimentos do mundo. Possuía um caráter sacrificial: para beber na fonte de Mímir, trocou um de seus olhos; para obter o segredo das runas, se deixou enforcar e ser trespassado por uma lança. Óðinn cavalgava em um cavalo de oito patas (Sleipnir) e portava uma lança mágica (Gungnir). Na batalha final (Ragnarök) foi devorado pelo monstruoso lobo Fenrir.

A entidade mais popular da mitologia nórdica é Þórr, o deus do poder e da força, dos juramentos, do raio e relâmpago, chuvas e do tempo. Utilizando seu martelo (Mjöllnir), Þórr defende os humanos e os deuses dos poderes destrutivos dos gigantes. Também possui um cinturão mágico, que duplica sua força, e um par de luvas de ferro. Ela viaja com uma
carruagem puxada por dois bodes. Casado com Sif, a deusa dos cabelos de ouro. Muitas das façanhas de Þórr estão associadas com batalhas contra os gigantes ou monstros. Uma de suas mais famosas aventuras, é o momento em que foi pescar a serpente do mundo (Miðgardsormr), com ajuda do gigante Hymir. No momento em que o monstro fisgou a
isca, o gigante apavorado, corta a linha e o monstro é libertado. Durante o Ragnarök, Þórr finalmente conseguirá matar Miðgardsormr, mas será fulminado pelo seu veneno.

A deusa mais famosa da Escandinávia paganista é Freyja, regente do amor, prazer sexual, casamento e fertilidade. Ela divide metade dos mortos com o deus Óðinn. Nos mitos associados a ela, geralmente Freyja aparece com caraterísticas devassas. Para obter o colar Brísingamen, ela dormiu com cada um dos anões que o fabricaram. Loki acusou Freyja de ter dormido com quase todos os deuses, inculindo seu irmão Freyr. A deusa foi casada com o misterioso Óðr, e durante as suas frequentes ausências, Freyja chora lágrimas de ouro. Para viajar, utiliza uma carruagem puxada por gatos, ou se transforma em um falcão.

O líder da família de deuses Vanires é Freyr, filho de Njörðr, associado com a boa fertilidade, controle do sol e chuva e o frutificar da Terra. Ele é invocado para as boas colheitas e a paz. O simbolismo de seu caráter de fertilidade pode ser observado na história mítica de seu casamento com a gigante Gerðr (Terra). A dinastia sueca Yngling dizia-se descendente desta união. Possuía um barco mágico (Skíðblaðnir), que podia ficar de pequeno tamanho.

Týr é uma divindade associada com a guerra. Entre povos germânicos anteriores aos vikings, como os Saxões, o deus Týr (Tiwaz) era a principal divindade das batalhas, mas essa característica acabou sendo suplantada por Óðinn, durante a Era Viking. Na mitologia, era o mais bravo dos guerreiros: no momento que os ases tentaram prender o lobo Fenrir, chamaram Týr para que colocar seu braço direito na boca do monstro como garantia. Logo que percebeu a armadilha, Fenrir devorou o membro.

Baldr era o deus escandinavo identificado ao Sol, filho de Óðinn e Frigg. Em Ásgarðr, era reverenciado como um deus bondoso, formoso e muito popular. Na versão do mito registrada por Saxo Grammaticus, Baldr é morto por seu irmão Höðr, devido à rivalidade pela conquista de Nanna. O mais enigmático dos deuses Aesires é Loki. Filho do gigante Fárbauti e de sua esposa Laufeia, era um deus inteligente, humorado, malicioso, enganador e completamente amoral.

Runas e símbolos:

As runas são os alfabetos dos povos germânicos, inventados a partir de 200 d.C. no norte da europa. Inicialmente eram apenas textos simples e curtos. Somente com o advento da Era Viking, as runas foram empregadas para textos longos, geralmente talhadas em suportes pétreos (estelas, monumentos funerários), madeira, ossos e couro. A partir da forma padrão do rúnico germânico (futhark antigo, com 24 sinais alfabéticos), os Vikings inventaram duas variações: as de rama longa (futhark dinamarquês) e o rama curta (futhark sueco), ambos de 16 sinais.

As runas eram empregadas para uso jurídico, comemorativo, genealógico e em algumas ocasiões, finalidades mágico-religiosas. Mas somente as pessoas ricas podiam pagar para que os mestres das runas erigissem, gravassem e muitas vezes, adornassem artisticamente as estelas rúnicas. A mais longa inscrição rúnica conhecida dos Vikings, é a
runestone (estela com runas) de Rök, Suécia, com 4 metros de comprimento e 1.5m de altura. Possui cerca de 750 caracteres, escritos no século 9, em memória do filho de Varin.

Em alguns locais de grande influência nórdica, inexplicavelmente não ocorrrem registros rúnicos, como a Islândia e a Normandia. O especialista britânico em epigrafia rúnica, Raymond Ian Page, recentemente problematizou algumas questões interessantes sobre a prática do mestre das runas (especialista na magia rúnica) e do gravador de runas: não sabemos como e em que circunstâncias eles eram treinados na escrita e na magia rúnica; quais as relações entre eles e o texto gravado nas pedras? Eles participavam da composição dos textos ou apenas eram pagos para gravar algo previamente estabelecido? Os pesquisadores ainda não tem respostas.

O significado da palavra (rúnar) já percebemos: saber secreto, segredos. Em muitos rituais, as runas eram gravadas enquanto eram recitadas fórmulas mágicas (galdr) e eram pintadas com o sangue de animais sacrificados (blóts). Segundo a mitologia nórdica, Óðinn teria descoberto as runas, durante seu auto-sacrifício na árvore Yggdrasill. Como Óðinn
também está associado à poesia e a magia, as runas acabaram tendo uma relação estreita com esses dois. As runas para adivinhação eram gravadas em pedaços de madeira (desde os tempos de Tácito), ossos e pedaços de pedra. Runas para proteção ou vitória em batalhas eram gravadas em espadas, como o sinal rúnico do deus Týr. Para uso profano e cotidiano, existiam até runas para obter os favores de alguma mulher, fertilidade e nascimento.

Vários símbolos não-rúnicos estavam relacionados com o pensamento religioso dos nórdicos. O mais importante de todos era o martelo de Þórr (mjöllnir: triturador), utilizado como símbolo de proteção, fertilidade, consagração de casamentos e nascimentos. Também era muito usado em forma de pingente-colar e símbolos de boa sorte. Muitas runestones apresentam gravações do desenho de mjöllnir, especialmente na Dinamarca.

Outro símbolo muito importante era a suástica (fylfot: muitos pés). Comum em várias culturas do mundo inteiro, surgiu na pré-história e se tornou tradicional no mundo germânico. Foi resgatado pelo nazismo no século XX, tornando-se um signo moderno relacionado com destruição e intolerância. No mundo Viking, era associado com o relâmpago e o movimento do martelo de Þórr, mas também de caráter solar, quando integrante de estelas funerárias.

Fylfot

O triskelion (conhecido no mundo escandinavo como trifot: três pés, é semelhante à suástica, mas de forma mais simples. Possui origem Celta e é relacionado com o Sol. Na Escandinávia medieval, era intimamente ligado aos cultos odínicos e a magia. Existem variações morfológicas, como em estelas da ilha de Gotland, onde o trifot aparece em
forma de três animais entrelaçados, ou ainda, na união de três cornos de bebida. Foi muito comum na Ilha de Man.

Trifot

Outros símbolos odínicos também possuem forma trina entrelaçada. O valknut (nó dos mortos) é o principal deles: um conjunto de três triângulos, utilizado em representações de sacrifícios humanos de sangue, aos rituais de morte e a simbolismos do Örlog (destino). A triqueta, de forma semelhante ao valknut, porém de traços circulares, é outros símbolo

Valknut

Viking de origem céltica. Aparece representada em runestones ao lado de Óðinn e gravada em trenós funerários. Os nórdicos o denominaram de Hrungnis hjarta (coração de Hrungnir). Segundo Régis Boyer, está relacionado com a batalha de Þórr e o gigante Hrungnir, narrada por Snorri Sturlusson, e representaria rituais específicos para a passagem da morte. Um símbolo particularmente temido era o Ægishjálmarr (capacete de Aegir). Utilizado para magia de poder e vitória, principalmente em batalhas. Aparece também em ogamstones (pedras de Ogam) da Irlanda e em vários países do norte europeu. Em uma passagem da Völsunga Saga, este símbolo confere especial poder de vitória para o dragão
Fáfnir.

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Sobre os Trolls

Trolls

Segundo a lenda é um Ser que traz muita sorte. São criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Poderiam ser tanto como gigantes horrendos, como ogros ou como pequenas criaturas semelhantes a goblins, e mais duende que habita as montanhas ou as florestas

Na mitologia nórdica, os trolls eram malévolos e inimigos do homem. Viviam em grutas subterrâneas nas colinas, e durante a noite raptavam e comiam as pessoas.

Eram enormes, mas se fossem tocados pela luz do sol, se convertiam em pedras. Fora de Escandinávia os trolls eram menores e menos perigosos, e apenas cometiam travessuras.

Também aparecem nos livros de Tolkien, onde são descritos como seres muito perigosos, mas com pouca inteligência. No Folclore escandinavo, aparece nos contos infantis.

”Bondade”

"Troll", um gnomo, um elemental da terra que nasceu na Noruega, gosta de se esconder atrás das árvores e é um amigo de quem vai às florestas. Enfim, é um companheiro que protege quem caminha pelos bosques.

Até hoje, os trolls podem ser vistos nas florestas da Noruega, nos lagos iluminados pela lua, nas gigantescas encostas coroadas de neve e nos fiordes (golfos estreitos e profundos, entre montanhas altas) daquele país.

Os trolls também se disseminaram pelo mundo e podem ser vistos em outras regiões, como a Patagônia, o Pantanal, algumas florestas da África e o Nordeste brasileiro.

Segundo as lendas norueguesas, os trolls são criaturas da noite e, com a luz direta do sol, convertem-se em pedra. Os trolls vivem centenas de anos. São de bom caráter e ingênuos. Além de protetores das florestas, são também muito amigos de quem as protege. Portanto, são a melhor companhia, quando você está só, na floresta.

Mas, lembre-se: a ira dos trolls não têm limites, quando não são respeitados. Por esse motivo, é importante manter uma boa relação com eles, que no futuro pode ser muito frutífera. Os trolls, além de amigos, são muito doces, principalmente com as crianças.

Da próxima vez que você for aos bosques ou às montanhas, lembre-se de que, seguramente, os trolls não lhe querem fazer mal algum. Mas tenha cuidado e os respeite. Nunca se esqueça de que, durante o crepúsculo, você não estará só, na floresta.
Nesse momento, ali estarão com você... todos os trolls, para lhe proteger contra qualquer tipo de inimigo. Eles certamente irão ajudá-lo a superar qualquer obstáculo, a enfrentar qualquer tipo de dificuldade.

Complementos:

"Segundo o livro dos seres imaginários de José Luis Borges: Na ingleterra , as valquírias ficaram relegadas às aldeias e degeneraram em bruxas"

"Conhecidos na Escandinávia pelo nome de Þroll (Troll) ou Þurs (Thurs), plural Þursar. São, em geral, seres inferiores, geralmente de pouca inteligência e maléficos, mas extremamente fortes, há exceções como Surt, que possui grande inteligência. Os Þroll são geralmente associados as forças e elementos da natureza, e vivem em mais de um dos Nove Mundos. Os “Gigantes do Fogo” vivem em Muspellheimr, e os “Gigantes do Gelo” vivem em Niflheimr, e também há aqueles que vivem até mesmo em Miðgarðr (Midgard), o mundo dos homens."

Tolkien descrevia os Trolls como:

"Tinham pelo menos duas vezes a altura e o porte dos maiores homens, e possuíam uma pele escamosa dura como pedra que servia de armadura. Como os Ents* tinham como substância original a madeira, os Trolls tinham a rocha. Embora não tão fortes como os Ents, que podiam quebrar pedras com as mãos nuas, os Trolls eram adversários difíceis e poderosos. Mas na magia de sua criação havia uma falha mortal: eles temiam a luz. O encantamento de sua criação foi lançado na escuridão e se a luz os tocasse a magia seria quebrada e a armadura de suas peles cresceria para dentro. Suas existências maléficas e sem alma eram esmagadas enquanto se tornavam blocos de pedra sem vida."



Mais Informações: Troll em Diversos Folclores – Rosane Volpatto | Artigo – Os Trolls – Templo do Conhecimento | Artigos e Contos sobre Trolls (Em Inglês) | Wikipédia (Em Inglês)

Removendo Cavalo de Tróia Trojan.Win32.Swizzor.a

1° Desative a restauração do Sistema [fazendo isso ele vai deletar a pasta com os Trojans que tem nele]. (Iniciar > botão direito em cima de meu computador > Propriedades > vá até a aba restauração do sistema > e clique em Desactivar restauração do sistema em todas as unidades)
2° Reative a Restauração do Sistema.
(Iniciar > botão direito em cima de meu computador > Propriedades > vá até a aba restauração do sistema > Desmarque Desactivar restauração do sistema em todas as unidades)
Faça um Scan com o antivírus e Anti-Spyware que você tem no PC.

Se você não conseguiu retirar eu recomendo que você pesquise mais sobre o assunto, se não conseguir eu recomendo que formate o seu computador.